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1/25/2008

Crendo em Deus mesmo não tendo certeza de Sua existência

faith Hoje, lendo os feeds, achei um post interessante no blog iPodJesus. Transcrevo-o aqui:

Muito bom estar vivendo nessa época onde o gênio cristão mais improvável que existiu tem a sua obra estudada e valorizada como nunca antes.

Estou falando de C.S. Lewis, autor de As Crônicas de Nárnia. Ex-ateu e um pensador carregado de dúvidas mescladas com uma grande fé.

Uma das histórias mais interessantes da série do país de Aslam é A cadeira de prata. Dois dos meus personagens preferidos estão “estrelando” nesse livro: Eustáquio, que desde A Viagem do Peregrino da Alvorada já me cativou com seu sentimento de superioridade em relação aos primos, e sua capacidade de escrita impecável. Ri muito de seus delírios em achar-se mais certo do que todo mundo, detentor de toda sabedoria e conhecimento diante daquela “gentalha”.

Outro grande personagem de A cadeira de prata, é o Brejeiro, um paulama (tipo semi-humano de Nárnia). É um pessimista dos grandes, sempre prevendo as catástrofes mais sangrentas de deixar Quentin Tarantino no chinelo.

Um dos trechos mais belos do livro, é um citação do própio. A cena é mais ou menos essa: o Brejeiro e as crianças estão encantadas com uma fumaça esquisita e uma música da feiticeira. O narniano tentando se libertar, pisa em um amontoado de brasas, afim de se livrar do êxtase gerado pela encanto, que a esta altura já os faz esquecer da existência de Nárnia e do própio Aslam. Depois de queimar os pézinhos, e impregnar a sala com cheiro de paulama, temos a citação, onde Lewis revela mais de si do que em todos os livros:

Por isso é que prefiro o mundo de brinquedo. Estou do lado de Aslam, mesmo que não haja Aslam. Quero viver como um narniano, mesmo que Nárnia não exista. Assim, agradecendo sensibilizado a sua ceia, se estes dois cavalheiros e a jovem dama estão prontos, estamos de saída para os caminhos da escuridão, onde passaremos nossas vidas procurando o Mundo de Cima. Não que as nossas vidas devam ser muito longas, certo; mas o prejuízo é pequeno se o mundo existente é um lugar tão chato como a senhora diz.

Poderia até “traduzir” o que ele quiz dizer, mas só vou deixar uma mensagem: sinta-se muito confortável em suas crises de fé, porque na verdade elas podem ser um momento de grande lucidez.

10/19/2007

Religião é importante para felicidade, dizem jovens

Levantamento foi feito entre jovens dos Estados Unidos. Para 28% dos entrevistados, a vida religiosa ou espiritual os torna 'muito felizes'.

A religião segue desempenhando um papel importante para a felicidade dos jovens dos Estados Unidos, segundo pesquisa publicada nesta quarta-feira (22) por vários veículos de comunicação americanos.

O estudo, elaborado pela empresa Knowledge Networks para a rede de televisão "MTV", mede o grau de felicidade dos jovens de 13 a 24 anos e os fatores, tanto materiais como espirituais, que influenciam seu estado de ânimo.

Segundo a pesquisa, realizada a partir de 1.280 entrevistas, a família é, com 20%, o mais importante para eles, seguida de amigos (15%), namorados (11%) e filhos (6%). Imediatamente depois aparece a relação dos jovens com Deus (5%).

A vida religiosa ou espiritual torna "muito feliz" 28% dos entrevistados; "feliz", 23%; e "nem feliz nem infeliz", 26%. No lado oposto estão 4% que afirmam que essa relação produz "infelicidade", e 2% que dizem sentir-se "muito infelizes" com isso. Do total, 11% dos jovens indicam que a religião e a espiritualidade são a "coisa mais importante em suas vidas", e 33% comentam que são uma parte "muito significativa".

Frente a este balanço, 20% reconhecem que é um "fator pequeno" para a felicidade, e 14% afirmam que não é "nada notável" em suas vidas. Entre os que exaltaram a religião, praticamente todos vão regularmente à missa. De fato, 11% visitam a igreja mais de uma vez por semana, e 25% ao menos um dia.

A enquete revela, além disso, que 69% da juventude americana respeita outras religiões, contra 31% que opinam que outras práticas não são válidas. Em geral, a enquete indica que 26% dos jovens americanos se sentem muito felizes com sua vida, contra 40% que afirmam ser felizes e 4% que declaram serem infelizes.
Diante dos fatores que proporcionam felicidade, como família, amigos, namorado e filhos, estão os que provocam o efeito contrário. Nesse grupo incluem-se dinheiro (7%), trabalho (6%) e a escola (5%).


Matéria retirada do site http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL92320-5603,00.html" publicada no dia 22/08/2007 - 20h14.